quarta-feira, 13 de setembro de 2017

O BOM E VELHO ROCK AND ROLL VÊM DE MINAS GERAIS!

A banda Night Ticket é uma das boas apostas do hardrock nacional. Contando com músicos de peso, com um background de fazer "inveja" à muitas bandas consagradas, o sexteto formado por: Flávio Jagger(baixo), Matheus Xavier( guitarra solo), Nathália Pôrto( vocal), Raphael Rocha(teclados), Tulio Mattos(guitarra base) e Yuri Fonseca( bateria) vêm desenvolvendo um belo trabalho com o seu primeiro registro, intitulado "Rock The House".





O ep conta com seis faixas bem distribuídas com um alto nível de rock 'n' roll, southern rock, hardrock, e até uma balada de cortar o coração do roqueiro mais xiita.

O disco começa muito bem com a canção "Saturday Night Magic", teclados ao fundo como numa perfeita música dos Rolling Stones. O rock and roll foi feito para o sábado, o sábado foi feito para o rock and roll, curta o dia, com muito rock. A música do Night Ticket transmite isso.

"Rock the House" joga em nossa cara um brilhante riff, o baixista Flávio comanda a parada, deixando a música encorpada. Esses dias conversei com o empresário do Skank, Fernando, ele me disse que é fã do Flávio Jagger-figura de destaque da cena de Belo Horizonte.
Nathália detona com seus vocais poderosos nesta música. "Rock The House" ainda nos mostra solos magníficos de Matheus Xavier.

O trabalho que temos em nossas mãos é extremamente bem gravado. Aliás, foi masterizado no conceituado Sterling Sound de Nova Iorque(EUA)

A terceira faixa leva o mesmo nome da banda, "Night Ticket", essa música é tão boa que sem querer percebemos que estávamos batucando com a caneta(risos). Mais uma vez, Nathália apresenta seu arsenal na voz. Um conselho que vamos dar a vocês: deixem o ep rolando a noite inteira, fica cada vez melhor.

Uma passagem para o rock and roll eterno, bebidas, e à noite surge a encrenca chamada Night Ticket.

( Da esquerda para a direita: Raphael Rocha, Matheus Xavier, Flávio Jagger, Nathália Porto, Tulio Mattos e Yuri Fonseca)

"Beraquitcha" é uma expressão da banda, se vocês quiserem saber o significado, perguntem para eles(risos), a quarta canção possui uma levada de batera fenomenal, é um som para levantar a multidão em arenas.

"One Last Night" é um grande rockão, sua última chance de fazer a sua noite render de uma forma boa. Se isso é só o ep, o álbum cheio(full length) promete!

A última canção "D Day Song" é uma ótima balada, e é o primeiro videoclipe da banda, lembrou os grandes hits do Bon Jovi. Uma música que pode ser tocada em qualquer lugar. Sua tentativa de sucesso é hoje, é o seu dia, custe o que custar... Vá em frente, meu chapa! Nunca desista para o rock and roll!!!





Conheça um pouco mais sobre a banda no :https://www.facebook.com/nightticket/


domingo, 11 de junho de 2017

TROPICALMENTE PESADO

Antes de começar o texto, um agradecimento especial à Juliana Carpinelli, do Big Rock 'N Roll: tâmo junto!

O Tropical Butantã presenciou dois grandes shows no último dia 2 de julho. As duas instituições do rock pesado: Krisiun e Ratos de Porão.

Quem abriu os trabalhos foi a banda de hardcore, Paura. O público estava chegando e curtiu bastante o show da banda que está às vésperas do lançamento do sétimo álbum. Muita energia dos integrantes, principalmente do vocalista, que começou o show dizendo que estava muito puto com a situação do nosso país.

Ao final do show, disse que estava muito honrado em participar de um evento como esse, com Ratos de Porão e com o Krisiun, que é a melhor banda de metal brasileira já faz uns 20 anos. "Estou aqui para aprender com esses mestres"- ressaltou Fábio Prandini.

Em uma noite fria em São Paulo, os headbangers, punks, e roqueiros(assim é o público do Ratos) chegou para conferir os reis da barulheira. Boka(bateria), Juninho(baixo) e os "clássicos" Jão(guitarra) e João Gordo não querem saber de mais de 35 anos de banda nas costas e mandaram um set list de quebrar a costela da sua vózinha na cadeira de balanço.

Gordo vestia uma camisa do Claustrofobia, que há uma semana fez um puta show na Audio Club abrindo para a banda de outro mundo, Sepultura. Mas, voltando para o Tropical Butantã, o RDP tocou músicas dos seus principais discos, dando um apanhado geral em sua ótima discografia. Com destaque para a comemoração dos 35 anos do disco "Vivendo Cada Dia Mais Sujo e Agressivo" e 20 anos do álbum ao vivo(nota da redação: foi o primeiro álbum que comprei da banda e de lá pra cá, a cada ano que passa, me torno mais fã).

O Ratos é muito importante para o rock brasileiro, pois talvez se não fossem eles, ainda existiria a divisão entre punks e metaleiros, etc.

Algumas personalidades estavam no recinto: Toninho Iron(presidente do fã clube do Sepultura), Andréa Pinheiro(presidente do fã clube do Claustrofobia), as integrantes da banda Sinaya, Juninho da banda Troll, Alexandre de Orio(ex guitarrista do Claustrofobia), Rene Simionato(guitarrista do Torture Squad) e Costábile Salzano Jr(assessor de imprensa da The Ultimate Music).

Quando estávamos chegando perto da meia noite, as portas do inferno se abriram e a banda mais pesada do mundo adentrou o palco com seu old brutal death metal. Os três irmãos gaúchos mostram que já estão na história do estilo, uma das bandas brasileiras mais respeitadas no exterior. O Krisiun inventou um estilo e é só dele. A bateria do Max é desumana, Moyses despeja toda a sua fúria em altas palhetadas e Alex é o vocal mais cavernoso da face da Terra.

A banda tocou músicas dos seus primeiros discos, e mesclou com os discos mais novos, onde a banda a cada álbum prova que é possível evoluir mesmo no estilo do metal extremo. Por isso eles estampam as capas das principais revistas de metal do mundo.

O que mais impressiona no Krisiun é a sua humildade e amor ao metal. Tente conversar com algum deles e você verá. Eu tive o prazer de conversar um pouco com o vocalista em um show( também com o Ratos, olha a coincidência), e eu fiquei muito feliz por sentir que os caras são verdadeiros, nada de estrelismo e sim muito trabalho e respeito com os fãs.

Quase ao final do show, João Gordo subiu ao palco para tocar a já clássica "Extinção em Massa" com os caras do Krisiun. Foi de arrepiar!

Quando acabou a sua participação, eu vi o Gordo dando um beijo no seu filho Pietro, que estava em cima do palco assistindo o show do Krisiun.

De geração a geração, o rock nunca morrerá!



quarta-feira, 22 de março de 2017

UMA NOITE QUE AGRADARIA AO MESTRE CHUCK

ROCK U- 6

Estivemos como produtores do último festival promovido pelo Rock U. Tony Rellik é o criador do evento, e também era o aniversariante da noite, além de tocar no Dose 13 e discotecar na festa. Cobrou o escanteio e foi pra área cabecear.

Estava um dia frio e chuvoso no Taboão da Serra. Outro evento acontecia paralelamente, no Escorpiões, com as bandas Endigna e Santa Zona, por isso talvez o público não tenha sido tão grande.

Na portaria, Ercília recebia a moçada com simpatia. As pessoas pegavam suas pulseiras do Rock U e adentravam o Garage Rock Bar. Com essa pulseira, a galera poderia concorrer a tatuagem e brindes da Pensar Diferente, da Neia Freitas, que estava no recinto agitando durante os shows.

Neste kit havia camisetas do Rock U, Liférika, Dive Comunicação, caneca e mochilas personalizadas. Bem legal. Quem quer, faz, quem não quer, fica reclamando no Facebook.

Quando começou o evento, algumas pessoas que já estavam na casa resolveram trocar umas ideias com a Dive sugerindo duplas sertanejas para a gente empresariar. Desculpa, mas ainda não fazemos isso. Mas com essa crise, né?!(risos).

Quando organizamos um evento pensamos em tudo: então, toca pro DistritoStudio, que nos cedeu a bateria para realizar os shows. ( Veja mais sobre o Distrito no post abaixo)

Após voltarmos do estúdio, Renan do Dose 13 descarregou a batera e levou para o palco, onde Stephan, vulgo Gordão-um dos melhores roadies do país, já estava em cima do palco "na batalha". Sem ele, esse evento teria sido muito mais difícil de realizar.

O som começou a rolar, enquanto a primeira banda da noite, Liférika passava o som.

23:20 o power trio do Taboão composto pro Diego Alves( voz e guitarra), Adriano Nascimento( baixo e backing vocals) e Kaue( bateria) começou seu repertório justo no dia que Chuck Berry tinha morrido. O trio que na bagagem tem uma canção chamada "Chuck Berry's Blues" não perdeu tempo e homenageou o ídolo de todos nós.

A banda convidada da noite, Deb and The Mentals apareceu no Garage, para a nossa felicidade. É muito satisfatório você conhecer uma banda nova, assistir um show memorável no Hangar 110, e quase um ano depois colocá-los no cast de um festival que você está organizando.

Vida longa ao Deb and The Mentals que fizeram outro show inesquecível, e sua postura cativou a todos, antes e depois dos shows. Quer coisa mais broxante do que você conhecer uma banda que está despontando no cenário nacional e os integrantes serem uns malas, arrogantes- metidos?!

O Válvera fechou a noite com seu metal de primeiríssima. Válvera é uma de nossas bandas prediletas, tanto pelo som, como pela irmandade deles com a Dive Comunicação.

No set-list do Válvera teve música nova, logo mais o segundo álbum do quarteto estará estourando pelos quatro cantos do país e mundo.

Valeu a todos!

Pelo underground damos o nosso máximo, podemos sempre melhorar, mas deixamos nossas vidas nesses eventos, engolimos sapos, risadas rolam e berramos como diria Chuck Berry:
Hail Hail Rock n' Roll!!

(Válvera)

(Deb and the Mentals)


(Dose 13 em ação)

( A equipe da Dive com o Deb and the Mentals)

(Liférika)



segunda-feira, 20 de março de 2017

QUANDO O CÉU TOCA O CHÃO

A Dive Comunicação compareceu na festa de 5 anos do Garage Café Motoparts.
O evento contou com a presença das bandas Fogo Corredor e Santa Zona.

A banda de James Santana começou a noite com covers nacionais e internacionais.

A casa estava entupida de gente. O Garage é o único pico da região onde motociclistas param na oficina para arrumar suas possantes máquinas, comer uma picanha, beber uma breja e ouvir muito rock and roll.

Eduardo Villar é o proprietário do Garage, por trás do semblante sério, existe um cara de um ótimo coração. Você já assistiu a série Sons of Anarchy? Se resolver aparecer no Garage, vai encontrar figuras que parecem saídas da série.

O Santa Zona fez mais uma vez um show marcante. Lá, a banda sempre se sente em casa, seus fãs quebram tudo.

José Roberto Santazona(vocalista), Alexandre de Castro Santazona(baixo), Rene Garrido(guitarra) e Mario Bibiano(baterista) são músicos completos. Sonhamos em ver nossos amigos dar voos altos e espalhar a magia da Sanzo pelo Brasil inteiro.

Um dos momentos mais legais do show: as mulheres subindo ao palco, uma delas, Joey Luciana- mulher do vocalista do Santa Zona, transformou o Garage num verdadeiro pandemônio, ou vocês acham que é só de guitarra que se faz um show de rock?

O aniversariante da noite, Leandro Macrazzy mandou um set- list bem bacana, é mais um da gangue que faz acontecer pela cena.

Quando estávamos indo para o Garage, um cachorro nos seguiu, ele queria um pouco de carinho, assim como o rock aqui no Brasil, o cão estava um pouco perdido, uivando para a lua, sentindo o céu tocar o chão e procurando a sua redenção.



                                      ( set list do show do Santa Zona, gentilmente cedido pelo vocalista da banda)

DISTRITOSTUDIO



O estúdio mais legal de Taboão da Serra é o novo parceiro da Dive Comunicação.

André Honorato é o responsável pelo lugar há 5 anos onde você pode ensaiar, gravar o seu som e realizar shows com a sua banda. André é músico da banda Ossos Cruzados de Horror Punk, há anos ele está na cena, já teve muitas bandas, com seus 36 anos bem vividos de rock and roll, ele é um dos caras que fazem muito pela cena de Taboão da Serra e outras cidades de São Paulo.

Sua trajetória na música começou cedo- já foi baterista, vocalista, seus irmãos também são músicos-(ele brinca que eles eram uma famosa banda americana composta por três irmãos que estouraram mundialmente nos anos 90 ), André ganhou alguns prêmios com suas bandas.


Se você quer um lugar bem bacana para se divertir ou aprender a tocar um instrumento, fale com o André, nós garantimos que vai lhe fazer um bem danado.

Confira as promoções e os shows que são realizados na casa, e logo mais nós da Dive com o DistritoStudio teremos ótimas novidades pra vocês.



Valeu!

Próximo evento no DistritoStudio, o baixista do Liférika, Adriano faz sua estreia na Ossos Cruzados.
Compareça!




sexta-feira, 17 de março de 2017

SAMSARA BLUES EXPERIMENT

A banda alemã Samsara Blues Experiment de stoner rock (bem viajadão) desembarcou no Brasil, na Clash Club no último sábado (11). O grupo formado em 2007 possui muitos fãs e alguns trabalhos lançados com seu estilo único e potente.

As primeiras bandas da noite fizeram grandes shows, ousamos dizer que até melhor que a banda principal da noite.

Hammerhead Blues são o Grand Funk Railroad brasileiro, como disse o vocalista da Saturndust, a outra banda a se apresentar no evento.



Hammerhead é formada por Luiz Felipe Cardim, Otavio Cintra e William Paiva. Eles têm registrados um brilhante ep lançado em 2015. Confira:

 

A banda estava tinindo, sabe o time que treina pra cacete e na hora da partida mais importante ganha de goleada? Esse foi o caso do Hammerhead. Quem estava entrando na Clash tomou um susto com a qualidade do trio. E ainda dizem que no Brasil faltam boas bandas. Que tal vocês irem aos shows?!

O ótimo público presente (mesmo com o ingresso bem caro), provou que o brasileiro é ligado na música de qualidade, independente da grande mídia divulgar ou não.

Saturndust transformou o lugar numa enorme viagem ao espaço em meio a muitas nebulosas, buracos negros e supernovas. A banda que tem um lp lançado e vai tocar em Las Vegas deixou muita gente sem reação. Seu som é uma mistura de doom/stoner/grind e sei lá mais o que, só conferindo ao vivo ou escutando aqui:



Felipe Dalam(guitarrista e vocalista), Guilherme Cabral(baixista) e Douglas Oliveira (baterista) vão ainda fazer muito barulho nesse mundo dos heptapods.



A Clash Club é um excelente lugar para shows, equipamentos de primeira, ar-condicionado no ponto certo e camarote ao lado do palco, facilitando a visão dos espetáculos. A localização da casa também é perfeita para quem vêm de metrô, pertinho das estações Santa Cecília e Palmeiras- Barra Funda.

Quase 20:30 em ponto, os alemães do Samsara Blues Experiment começaram a ajustar seus equipamentos, os mais desavisados poderiam pensar que eram roadies, o jeito cool da banda mais aguardada da noite, surpreendeu muita gente, não mais que o seu som que varia de raga indiano a thrash metal.


O grupo que há muitos anos está na ativa, já lançou 4 álbuns e alguns eps, fez um showzaço.

A música, sempre ela, é a forma mais agradável de botar um sorriso em nosso rosto.

Nós da Dive Comunicação agradecemos ao Big Rock n' Roll e a Juliana Carpinelli pela oportunidade de cobrir esse maravilhoso evento.



terça-feira, 17 de janeiro de 2017

UMA GRANDE FINAL

A Dive Comunicação esteve no Manifesto Bar para conferir o Rock Fest 2016. 
Foram diversas seletivas, 60 bandas, para o grande momento- a final realizada ontem na tradicional casa de shows, com 12 bandas.

O público compareceu em peso, a casa estava lotada, com os fãs de cada banda tentando fazer com que a sua banda predileta saísse com o prêmio da noite. Eram dois troféus- a escolha do público, onde as pessoas poderiam votar em uma urna localizada no palco, e a escolha dos jurados. Todos bem conceituados dentro do cenário rock/metal. 

A primeira banda a se apresentar, Supersized, mostrou um stoner rock, com influências de grunge, como constatamos na abertura do show, uma rádio fictícia ia passando por diversas bandas, Alice in Chains, Foo Fighters, Nirvana, entre outras, até chegar no som do Supersized. Bem legal. Foi uma das grandes surpresas da noite. Um dos pontos altos do festival, ao longo do texto nós falaremos quais foram as outras três bandas que mais se destacaram, na visão da Dive.

Confira um vídeo do ep da banda abaixo e uma matéria do site cool "Tenho Mais Discos que Amigos": http://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2016/11/14/supersized-ep/







A próxima banda a se apresentar foi a Overmist. Fazem um metal de primeira, alternando momentos melódicos e fúria na dose certa.Ricardo Melo( vocalista),Vini Ruggi( baixista), André Martins(baterista) e Rodrigo Santos(guitarrista) fizeram um showzaço. A banda lançou recentemente o single da música "Them Crooked Kings".Vale a pena escutar.

Eutenia subiu ao palco fazendo seu metal moderno. A banda é uma das melhores representantes desse novo estilo pra quem é ligado no som pesado. O grupo se mostrava bem feliz por estar participando da final no Manifesto Bar. Legal ver o guitarrista Diego com a camiseta de uma de nossas bandas prediletas,Válvera.





7th Guest levou o troféu da votação do público. Com influências de thrash/prog e metal tradicional, o quinteto é formado por: Fábio Zampieri(guitarra), Felipe Algazi(bateria), Tom Kantele(vocais), Hélvio Poletti(baixo) e Mayki Fabiane(guitarra). A banda lançou o seu primeiro ep em 2015.

BlankWar mostraram um trash metal de primeira. A banda formada em Bragança Paulista, conta com os músicos: Carlos Frige(baixista e vocalista), Eduardo Polidori(guitarrista) e Alessandro Kelvin(baixista). Lançaram o primeiro álbum em 2016. Um power trio com uma extrema qualidade, ainda vamos ouvir muito falar.

Vamos deixar para comentar sobre a próxima banda, Laboratori, mais pra frente. A Banda D21 entrou com uma vitalidade bem legal, levantando o público presente. Fazendo com que, o baixista do O Cravo, Valter, e o guitarrista, Rodnei, fossem para a beira do palco curtir o belo show do D21. O som da banda é um pop/rock muito bem feito, com músicos talentosos e dispostos a alegrar a plateia que saiu de casa em pleno domingão para curtir um rock and roll.

Art Kerosene é um conjunto musical bem diferente. Nós da Dive já havíamos conferido a banda em um outro festival do próprio Manifesto Bar. E sempre mandam bem. Com letras irreverentes, fizeram com que as mulheres presentes dessem muita risada com uma de suas músicas: "Amor, você não está gorda". Sarcasmo em letras como: "Vai pra Cuba-Miami, vai pro caralho a quatro, mas não me chame", e uma tiração de sarro com os vegetarianos. Gabriel Azeite(vocais e guitarra), Victor Padovan(bateria) e Elias Nadim(baixo) superaram as falhas técnicas logo no começo do show, e agradaram a todos. E no final, o vocalista soltou essa:"mulheres, vocês podem se vingar dos homens dizendo: amor, o seu não é pequeno". Genial.



Amenize é uma banda de death metal melódico ou metalcore, ou seja como for, é bem pesado. Engraçado foi escutar a conversa de umas senhoras que estavam à nossa frente: "imagine se não chamasse Amenize...".

Nossos amigos do O Cravo realizaram um excelente show. Um dos shows que mais gostamos. A banda está com uma nova vocalista, Anelys Mellado, representante do mais puro rock and roll, a banda faz uma mistura de rock-pop, com letras muito interessantes do baixista, Valter, junto com o baterista Rafael, são uma cozinha de responsa, e na guitarra, quebrando tudo, Rodnei, com suas belas melodias. A banda saiu muito aplaudida conquistando novos fãs, para a alegria da família do Rodnei presente, seus amigos, Nilton Tadeu, entre outros. Foi muito bacana. Logo mais a banda irá lançar seu primeiro trabalho.

A penúltima banda da noite a se apresentar, Segundo Mundo, possui influências de Cazuza, Helmet, Incubus e Tom Zé. Ótimo show.

Antes de falar da última banda da noite, queremos destacar a altíssima qualidade das 12 bandas. Não é fácil, num país onde só se valoriza( atualmente) o som cover e as mesmas melodias de sempre, assistir a 12 shows com uma energia de banda que está na estrada há anos- que é o caso de muita delas- foi muito satisfatório. Nós já havíamos estado em algumas finais do Manifesto, essa foi a primeira vez que sentimos todas as 12 bandas afiadíssimas, não estavam de bobeira ali, não caíram de paraquedas. Dedicaram-se, ensaiaram, qualquer produtor que estivesse no Manifesto ou que estiver lendo esse texto, pode contratar qualquer banda dessas doze, sem dó, vão fazer vale a pena o seu investimento.

Mamamute foi a outra grande surpresa da noite. Ser a última a ser apresentada não é mole. Todos já estavam cansados. Meia noite e meia, os shows começaram às 18h00. A Dive estava lá desde às 16:30. Mas para a banda Mamamute ainda era cedo, e quebraram tudo. Um fenomenal show. Não sabemos como classificar o som da banda. Mas é uma mistura louca de rock com mpb, lindas músicas, uma banda entrosada que deixou a todos, inclusive muitas bandas de queixo caído. 

A vencedora da noite pelos jurados leva o nome de Laboratori. Uma banda incrível. A nossa favorita da final acabou ganhando. A raiva que os integrantes da banda demostram no palco contagia. "Me inspira o ódio de vagabundo lazarento", já diria o Claustrofobia. E o que não falta no palco para essa banda é vontade de mostrar que vão deixar seus corpos ali, se for preciso. Não teve como não se empolgar com a atitude do vocalista Bruno Chili( é a cara do ator Michael Shannon), parecia uma mistura de Chorão com Phil Anselmo, muito carismático e humilde. Quando subiram para receber o troféu, pareciam sem jeito, sem saber o que fazer com o prêmio. O fato inusitado da noite, após o show do Laboratori, nós encontramos o vocalista, o parabenizamos pela performance, e falamos para eles seguirem em frente. Seguiram.

Rick Rocha( guitarra), Bruno Kozseram(guitarra), Felippe Nemen(baixo) e Fábio Ebner(bateria) são os integrantes do Laboratori. Parabéns e nos vemos no próximo show.






A casa Manifesto Bar leva o nosso 10 por ter um espaço tão legal para bandas promissoras, se você nunca visitou o Manifesto Bar, não perca tempo, é o templo do rock and roll em São Paulo.

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

VALEU !!!


Fim do ano, ufa!
Aconteceu tanta coisa, que nem parece que coube em um ano.
Coisas boas, coisas ruins...
Sabemos da dificuldade de se trabalhar com música autoral, especialmente em São Paulo.
Este ano cheio de dificuldades castigou a muitas bandas e casas, estamos vendo grandes bandas com dificuldades em vender seus shows e em contrapartida, estamos vendo casas que amamos serem fechadas.
Mesmo com tantas dificuldades, fizemos nosso possível para fortalecer aquilo e aqueles em que acreditamos mas grande parte do ano foi de realizações e somos gratos por isso.
Aqui vai o nosso MUITO OBRIGADO:
- Para o pessoal que concedeu entrevistas para a Dive no início de nossas atividades jornalísticas: Marcus D'Angelo , Fernando Rick, Mozine (Mukeka di Rato), Rodrigo Branco( Kiss Fm), Ricardo Brigas (Worst), Marco Donida (Matanza) e André Barcinski.
- Para o pessoal que possibilitou que participássemos de grandes coberturas, em especial Marcus D'Angelo (pelo Soufly e Claustrofobia no Circo Voador - RJ), Equipe Primeira Página (pela Feira Expo Music 2016) e pela Andréia Pinheiro do Claustruth (pela organização da viagem a São José dos Campos, para o show do Claustrofobia no Hocus Pocus Bar).
- Para os parceiros que conquistamos este ano, em especial a Juliana do blog Big Rock n' Roll, Tony pela parceria entre a festa Rock U e a Dive, ao Edu do Garage Cafe Motoparts, Jornal Centro em Foco, Gráfica Cinelândia, ao Giovanni do programa Rock On, ao Max e Sidney do Coletivo La Migra, Lia Ribas,ao nosso amigo e roadie Diogo Alemão, e ao pessoal do Muqueta Records.
- Para as bandas que participaram da Festa de Lançamento da Dive, Dive Metal Fest e outros eventos ao longo do ano, sendo elas: Liférika, Santa Zona, Muqueta na Oreia, Dose 13, Lingua Seca, Friendship 66, Agosto, No Way, HellArise, Endigna, Crucifixion BR, O Cravo (lembrando que o pessoal da O Cravo está na final do Manifesto Rock Fest, que acontece no dia 08\01, vamos dar aquela força para os nossos amigos!), Válvera, Dead Fish, Ratos de Porão, Deb and the Mentals, Presto? Bayside Kings e ao pessoal do Burnkill que veio de Pouso Alegre - MG apenas para uma matéria conosco.
E para você, leitor\seguidor da página e blog da Dive Comunicação!
Gostaríamos de comunicar também que a Dive Comunicação, entra em recesso agora.
Vamos tirar 30 dias para nossas férias, reestruturação e planejamento para este novo ano.
Voltamos em 2017 cheios de novidades, parcerias e eventos monstros pra vocês!
Que venha 2017!!!

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

COMECE COM TUDO

Algumas bandas parecem que estão de brincadeira. Não podem ser levadas a sério. A opção é sua: transforme num lazer (hobby) ou se dedique em tempo integral a seu sonho.

O Burnkill está mais na linha de mostrar que o Metal é uma coisa séria e eles vão pra cima sem medo.

A banda existe há 2 anos, mas parece uma veterana na forma que encara o profissionalismo. Resenhas de seu primeiro álbum, "Guerra e Destruição" estão em alta pelos principais meios de comunicação do metal nacional.
Nós da Dive Comunicação nos sentimos privilegiados em ter feito um trabalho com essa banda.
Vieram diretamente de Pouso Alegre (MG) para uma sessão fotográfica com a Mila Pinheiro.

Nós agradecemos a banda, que nos presentearam com cds (não paramos de ouvir!) e camisetas do Burnkill.
O som da banda é extremamente talentoso, diversas variações dentro do metal, coloque no repeat o álbum e depois mande um comentário para nós dizendo se tínhamos ou não razão sobre a música do Burnkill.

Confira a seguir uma pequena entrevista com a banda e as fotos do ensaio realizado no centro de São Paulo. Lugar mais rock and roll não há.

O Burnkill promete para os próximos trabalhos um álbum abordando as histórias difíceis na cidade, a recuperação (ou não) de pessoas com histórias trágicas.

Pelo o que escutamos no primeiro álbum e pela postura da banda (os integrantes são humildes e atenciosos), a banda têm tudo para crescer e se estabelecer com uma das mais promissoras bandas de metal do Brasil.



  Burnkill, em primeiro lugar, nós agradecemos vocês pela entrevista. Vamos começar do início: de onde surgiu o nome "Burnkill"? 
(Resposta Antony Damien): Bem, o nome veio inspirado da musica "Overkill", música homônima do Motörhead e a grandiosa música do Black Sabbath "Heaven And Hell",  sobre um trecho da musica: "First you got to burn, burn, burn in fire!”.

  A formação da banda atualmente é:
(Resposta Antony Damien): A formação hoje conta com os seguintes músicos: 
Antony Damien (Vocal) 
Lucas Maia (Guitarra) 
Pablo Henrique (Guitarra) 
Jorge Luiz (Baixo) 
Anderson Lima (Bateria)

  A banda foi formada em que ano? Vocês são de Minas Gerais?
(Resposta Lucas Maia): Burnkill nasceu em Junho de 2014 já com a proposta de fazer som autoral. A maioria dos integrantes são de Pouso Alegre (sul de Minas Gerais) e o Antony Damien (vocalista) é de São Gonçalo do Sapucaí.

  Quais são as influências de vocês?
(Resposta Lucas Maia)Temos uma grande influência das bandas Sepultura, Death, Pantera, Claustrofobia, MX, Korzus, Kreator e etc., embora tenham bandas internacionais mas a raiz brazuca é a que mais nos tem influenciado diretamente.

  Como foi a repercussão do lançamento do álbum "Guerra e Destruição"?
(Resposta Pablo Henrique): Foi bastante aceito na mídia especializada e também pelo público que já começa a se identificar com as músicas do CD que sempre são pedidas e cantadas nos shows. Recebemos muitas críticas positivas, é claro que como qualquer trabalho há detalhes que podem e serão aperfeiçoados, vamos trabalhar duro nisso em nossas próximas atividades. 

  Como vocês acham que o Metal pode ser melhor divulgado no Brasil? O que falta para dar uma alavancada?
(Resposta Jorge Luiz): Bom, o metal no Brasil é bem divulgado sim nos dias de hoje, o problema é o reconhecimento. Poucas bandas tem a devida atenção e respeito. 
Acreditamos que para dar um "up" na cena precisamos de mais atenção nas bandas undergrounds e não ter um certo favoritismo com bandas grandes na hora de montar um cast para eventos ou nas divulgações da mídia especializada. Sabemos que é claro que as bandas que são consideradas grandes sempre irão ter mais espaço mas para que uma banda underground também fique grande é preciso também olhar com carinho e atenção para que elas possam crescer e serem reconhecidas, na hora de escutar também, o público tem que aprender a escutar o novo, valorizar as bandas que estão começando por que um dia os "Gigantes" irão acabar e quem irá ocupar os espaços? 

  Vocês já tiveram seus trabalhos divulgados em lugares tradicionais do Heavy Metal , como a revista Roadie Crew, estão no Coletivo La Migra, trabalham com  a Roadie Metal, como é ter esses parceiros ao lado do Burnkill?
(Resposta Anderson Lima): Bom primeiramente é incrível para nós pensar que em apenas 2 anos de banda conseguimos conquistar espaço na mídia especializada e com isso conseguir estas parcerias que sem dúvida contribuíram e muito para isso. Assim como a Dive Comunicação que também realiza um ótimo trabalho e tantas outras empresas que ajudam de alguma forma as bandas brasileiras, acreditamos que para que a banda seja reconhecida não basta apenas fazer tudo sozinho, precisamos sim de parceiros que acreditam em nosso trabalho. Hoje a banda que quer se destacar deve investir assim como acontece em uma empresa. Nossa Assessoria na Roadie Metal realizada por Gleison Junior está sendo incrível, o pessoal da Coletivo La Migra que nos recebeu de braços abertos e nos divulga sempre e um de nossos sonhos foi recentemente realizado na revista Roadie Crew onde tivemos nosso CD resenhado por Leonardo Brauna.

  Hoje em dia temos muitas bandas cantando em português no Metal, é uma tendência nos próximos anos do Burnkill ou pretendem compor em inglês? 
(Resposta por todos): Bom, queremos e iremos continuar fazendo nossas letras em português para continuar valorizando nossa língua que é tão rica e com isso fica fácil para o público entender melhor nossa mensagem nas letras. Hoje temos cada vez mais um mundo globalizado onde as fronteiras que antes eram enormes, hoje quase somem e por isso, acreditamos que devemos também expandir nosso trabalho para outros países mas sem deixar de lado nossa língua. Iremos introduzir algumas coisas em inglês sim mas nada que mude as características da banda.
Hoje contamos com um grande número de acessos em nossas páginas (mídias sociais e streaming) de pessoas em países como Rússia, Holanda e Alemanha e isso só mostra que mesmo com uma língua diferente também podemos atingir públicos estrangeiros.

  Última pergunta, Burnkill, valeu mais uma vez, agora o espaço é de vocês, podem falar o que não perguntamos(risos), deixem seus contatos...
(Resposta por todos): Bom podem ter certeza que estamos muito lisonjeados pelo espaço que vocês da Dive (Mila e Pedro) estão nos dando e parabéns mais uma vez pelo trabalho.
Bem a Burnkill está na estrada para divulgar o CD "Guerra e Destruição" e também o 2º clipe da faixa "Cadáver do Brasil" por todo o Brasil, acreditamos que 2016 tem sido um divisor de águas pois crescemos muito como um todo e 2017 virá com muitas novidades, produtos novos, muitos shows e muitas outras parcerias. 2017 será talvez o ano de consolidação de nosso nome no cenário, essa será nossa meta, consolidar nosso trabalho por que não viemos para ser só mais uma banda, viemos pra ficar de vez!

Quem quiser saber mais da banda e acompanhar as novidades podem acessar nossas páginas e serviços streaming.
Aos organizadores e casas de show que quiserem ter a Burnkill em seu cast, podem nos mandar email para burnkill_thrash@hotmail.com



Links da banda:

Soundcloud: https://soundcloud.com/burnkill-official
Reverbnation: https://www.reverbnation.com/burnkill

As fotos abaixo foram realizadas no dia 20 de Novembro, no centro de São Paulo.























































































































sábado, 12 de novembro de 2016

ClAUSTRO IN MY HEART!

SP- São José Dos Campos - Brasil - América do Sul - Planeta Terra - Via Láctea

Um show do Claustrofobia é sempre histórico, seja em um grande festival, ou numa pequena cidade do interior.

São José dos Campos é enorme, quase 700 mil pessoas. E foi lá que nós da Dive Comunicação, presenciamos um dos melhores shows do Claustrofobia de sua história.

É fácil entender, uma frustração de uma banda que está excursionando, apesar dela estar trabalhando( e fazendo o que gosta), não poder conhecer melhor uma cidade, o tempo é curto, tocar, arrumar o equipamento, e viajar para outra cidade.

Nos sentimos assim, viajando com o Claustruth-fã clube oficial do Claustrofobia,criado por Ándrea Pinheiro em 2015, o fã clube alugou uma van e fomos em 15 pessoas para São José dos Campos. Nem vimos a cidade, mas isso importa?

Realmente, após assistir o show de lançamento do sexto disco(Download Hatred) da banda, não importa.

Nesta van Metal Máloka( a trilha sonora foi o último álbum do Claustro), estava Toninho Iron, presidente do fã clube do Sepultura, um cara importantíssimo não só para o Sepultura, mas para o metal nacional. Tanto é que, ele é parceiro do Claustro desde quando a banda tinha uma média de idade de 15 anos. Antônio Coelho, estava vestido com a sua camisa do Sepultura com as cores do seu Santos Futebol Clube.

Foi muito divertido ir conversando com as 14 pessoas presentes: Ándrea Pinheiro, Graziele Silva( com a sua tatuagem do Claustro) e seu namorado Rafael de Lacerda( estava com uma bela camisa da música Nota 6,66), Fábio dos Santos(amigo do pessoal do Krisiun, nos mostrou fotos de sua filhinha com a camiseta do Krisiun), Johnny Suicidal( o maluco da tatuagem do Pantera, quem assistiu o SWU, o show da banda Down, deve se lembrar dele), Luan Araújo, o casal Mari Baggio e Michel Amorim( ex- integrante da banda Anarkhon, nos contou sobre a turnê da sua banda pela América do Sul), Rafael Aguiar( o gigante palmeirense), Valberto Lino( o headbanger que contou sobre a sua saga em um show, saiu de Campinas para São Paulo a pé, três dias andando... Valberto  estava com uma camisa do Claustruth, queremos uma dessa, Ándrea! Brincadeira à parte, nós agradecemos muito a presidente do fã clube por nos presentear com adesivos e bótons do Claustruth), William Souza Fabiana Rodrigues.

Chegamos cedo no Hocos Pocus Studio & Café, lugar muito bacana, bastante espaço, com uma área externa bem interessante. O som da casa estava tinindo, parabéns aos responsáveis.



A banda convidada, Crucifixion Br fez um showzaço, estão cada vez mais entrosados, executaram um set-list de primeira, destaque para o medley Arise/Dead Embryonic Cells, do Sepultura. Márcio Maxx Larrea Gutteres(vocal e guitarra), muito carismático, Beto Factus(baixo) e Juliana Novo(bateria) são um power trio dos infernus, vocês ainda vão ouvir falar muito neles. A alegria estampada no rosto da banda foi muito legal de assistir. Tocar com a casa cheia, uma banda que já fez turnê na Europa, é sempre gratificante. Nós da Dive nos sentimos honrados em tê-los no primeiro Dive Metal Fest, realizado dia 27 de julho no tradicional Manifesto Bar.

O Claustro foi saudado com um urro grande pelos fãs, fazia muitos anos que a banda não se apresentava em São José dos Campos. Marcus D'Angelo(vocal e guitarra) soltou:"muito obrigado pela recepção, nós estamos vindo de dois shows, cansados pra caralho, mas essa recepção aqui nos faz querer tocar por muitas horas...".

Douglas Prado, o novo guitarrista do Claustrofobia, deu uma verdadeira aula no auge de seus 18 anos, é espantoso o que o moleque faz na guitarra, está tocando absurdamente. A música "Curva", é originalmente executava por Andreas Kisser do Sepultura, faixa que está no último disco do Claustrofobia, é de uma intensidade impressionante, mas Douglas tocou a música como se o solo criado por Andreas fosse dele.O cara vai longe.

Como mencionamos em cima, foi um dos melhores shows da banda, O Hocos Pocos estava bem cheio, e deve ser animal para a banda, ter o público "só" para eles.

E sabem como ninguém conquistar os velhos , novos fãs e arrigimentar outras pessoas para o Claustruth.


Podemos destacar a parte do set-list onde tocaram "Metal or Die", onde fazem uma homenagem aos seus ídolos no Metal,  logo emendaram com uma música do Black Sabbath, "Children Of The Grave" e na sequência a música mais "Sabbath" que o Claustro já fez, The Greatest Temptation. Foi matador.

Existem poucas bandas que podem tocar nos melhores festivais do mundo inteiro, o Claustro é uma delas.

Mila Pinheiro, a fotógrafa da Dive, tirou as fotos finais, foi um orgulho para nós:







Daniel Bonfogo(baixista), Douglas Prado(guitarrista), Caio D'Angelo(baterista) e Marcus D'Angelo(vocal e guitarra)








Voltando para a van, no caminho para São Paulo, com Toninho Iron um pouco alcoolizado, o motorista não sabendo se nos deixava em Santana ou Tietê, faltava meia hora pro metrô fechar, nós ficamos felizes pra caramba, e durante a semana o Marcus mandou uma mensagem para a Dive agradecendo a presença...

Definitivamente, parafraseando e homenageando o próprio Claustrofobia:

"CLAUSTRO IN MY HEART!"

















































(Juliana Novo, batera do Crucifixion BR)






(Beto Factus, baixista do Crucifixion Br)


(Márcio Maxx Larrea Guterres, vocalista e guitarrista do Crucifixion Br)


( Galera da van)








( Na estrada...)